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    Vem comigo, vem!

É mais fácil culpar..


Ontem (17/11/2009) o ministro da Fazenda Guido Mantega citou alguns estudos e disse que o dólar de equilíbrio no Brasil seria R$ 2,60, e ele comentou: "Poxa, já pensou o dólar a dois reais e sessenta centavos, como o produto industrial Brasileiro para ser exportado ficaria tão competitivo".

É verdade, ele tem razão, o dólar a R$ 2,60 faria que os produtos ficassem mais baratos e competitivos para o mercado externo, mas ele não falou que se o dólar "pular" para R$ 2,60 daria inflação e o Banco Central teria que subir os juros.. porém independente disso, tem outra história, o dólar está enfraquecido, a moeda americana está em declínio e desvalorizou-se a praticamente todas as moedas do mundo.

Os grandes países exportadores de minérios e produtos agrícolas e que recebem muita entrada de dólares, tiveram suas moedas fortalecidas.

Chegamos ao ponto chave: O real está valorizado, e agora? Como é que se deve fazer para conter a alta do dólar? Tendo vista que o enfraquecimento da moeda americana é um problema mundial.

Podemos ter várias ações, e elas não dependem da conjuntura internacional e não dependem do dólar, depende só da gente, veja:

Quando o Ministro da Fazendo disse: "Oh, imagina o dólar a R$ 2,60 como não seria competitivo o exportador Brasileiro", ele poderia ter dito: "Imagina se não pagassem impostos, ou se pagassem muito menos impostos, como o exportador Brasileiro seria competitivo".

É isso mesmo, a carga tributária do Brasil é muito alta, e o exportador Brasileiro fica em desvantagem, e só com a carga tributária.

No mundo inteiro a regra é a seguinte: "Não se exporta imposto", mas como o Governo não quer tirar a mão do bolso alheio.. é mais fácil culpar o dólar.

Não é a toa que o Brasil aparece tão "bem" colocado naquela lista de corrupção.. rá, nojentos!

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Entrando para o time dos investidores


Resposta a um e-mail enviado para o blog icaroqueiroz.

"Sou formado, trabalho na área de informática e tenho um bom salário, problema: Não consigo guardar dinheiro, tenho dívidas fixas (educação, transporte, saúde, carro) e não me resta nada para depositar. Sou casado, tenho dois filhos, quero viajar e trocar de carro. Creio que a partir do ano que vem terei uma boa quantia para começar a juntar.. o que você sugere a curto e a longo prazo?"

Resposta:
Bom garoto, você já está no caminho certo, tem o anseio de ser um investidor, você perceberá que ele não tem nem comparação com a vida dos que ainda lutam para pagar prestações no dia-a-dia.

Mas pra isso, você terá que buscar um aumento na sua renda, ou então vai ter que "puxar o freio de mão" e gastar menos.

Uma porcentagem que não seria pouco, mas também não seria muito é entre 6 a 7% do salário, é um bom começo. Corra, ajuste-se e faço o possível para conseguir ao menos 10% em 2011.

Aplicações para você:
- no curto prazo: Prefira a caderneta de poupança, que voltou a ficar muito rentável;
- no longo prazo: Aposte no Tesouro Direto, ainda é a melhor opção conservadora.

Aproveite este esboço e direcione a tua vida e futuro de uma forma mais tranquila, sucesso, não pare no caminho..[!]

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O paralelo entre Thomas Edison e suas finanças


Você tem medo de fracassar?

Olha, isso pode virar uma fobia, um sentimento exagerado, irracional. É como ter horrores a lugares altos, ou a escuro.

Agora, pessoas de sucesso são aquelas capazes de superar os seus erros, de fracasso, de rejeição, de críticas. Elas enxergam os erros como novas oportunidades ou simplesmente como um resultado possível.

Thomas Edison, o inventor da lâmpada, não acertou logo "de cara", ele precisou de várias tentativas. Quando ele foi questionado sobre esses fracassos, respondeu: "Eu não falhei, encontrei 10 mil soluções que não davam certo".

As pessoas fracassam não por que erram, mas porque enxergam os seus erros como permanentes, ou então levam a questão pro lado pessoal.

O medo do fracasso é então o grande limitador das pessoas, persistência e criatividade fazem parte do vocabulário das pessoas que conseguem realizar.

Se não deu certo da primeira vez, tente então de novo, tente de maneira diferente, não leve a falha para o lado pessoal, como se fosse uma incapacidade sua.

Pense como Edison: "As falhas são apenas tentativas que não deram certo e que acabaram mostrando qual caminho deveria ser seguido".

E o que é que tudo isso tem a ver com finanças pessoais?

Ué, tem tudo a ver!

Muitas pessoas não começam planejar o futuro, a conhecer os seus gastos, a economizar, simplesmente porque desistem antes de tentar. Elas já começam a corrida pensando como perdedores, temem tanto fracassar na empreitada da administração do próprio dinheiro que elas sequer tentam fazer um orçamento da casa ou um controle das despesas.

Não tenha medo de fracassar, tenha medo sim de não tentar.

A sua vida financeira passa primeiramente por você, seguro o cabresto e boa sorte!

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Fonte: Com base em relatos do Mauro Halfeld

É tudo ou nada, de olho no orçamento pessoal


Equilibrar as contas pessoais é fundamental para a paz financeira

O que é orçamento pessoal?

Um orçamento é um plano que ajuda você determinar e controlar os gastos. Se suas despesas são muito altas ou se você quer investir mais, reveja seu orçamento pessoal e identifique onde você pode cortar gastos. Quanto mais simples e realista for seu orçamento, maior será a chance de você controlá-lo.

Como fazer um orçamento?

O canhoto do seu talão de cheques pode lhe dar muitas informações a respeito de seus gastos, mas você poderá se confundir um pouco para identificar despesas pagas com o cartão de crédito ou dinheiro. Por exemplo, você pode não saber quanto gasta na feira ou no cinema. Há um jeito fácil de resolver isso. Passe alguns meses anotando tudo o que você paga com dinheiro ou cartão de crédito - faça o registro no ato, logo depois de pagar a despesa.

Ao final de cada mês, você poderá se valer do bloco de notas e do talão de cheques para fazer uma estimativa realista de quanto deverá dispor mensalmente para arcar com suas despesas. Se você esqueceu de anotar algum gasto, tudo bem, não é o fim do mundo. Pense no funcionamento de uma dieta. Se você sair dela por um dia, não significa que deverá abandoná-la. Siga dali em diante.

É importante também saber diferenciar as suas despesas fixas de suas despesas variáveis. Uma despesa fixa é um valor ou um pagamento já contratado que deverá ser desembolsado, como por exemplo, a prestação do carro. Já uma despesa variável é um valor que é desembolsado conforme o uso. Um exemplo de despesa variável são as idas ao cinema.

O primeiro passo para fazer o orçamento pessoal é separar por itens as despesas e totalizar quanto gastou no mês em cada item.

Para você ter uma idéia de onde está indo o dinheiro e repensar sobre seus gastos, é interessante multiplicar o valor das despesas mensais de cada item por 12.

Vamos a um exemplo?

Se você está gastando R$ 120,00 por mês no cabeleireiro, significa que gastará R$ 1.440,00 (12 x 120) por ano. É muito dinheiro, não é? Mas, se você quiser, é possível fazer uma economia. Não estou dizendo para você não ir mais ao cabeleireiro. Economia não significa não poder se cuidar mais ou se privar de algumas "dondoquices". Mas você poderá ir a cada dez dias, ao invés de uma vez por semana. Não fará tanta diferença e você economizará R$ 30,00 por mês ou R$ 360,00 por ano. Com este valor, é possível comprar uma bela bolsa ou aumentar a poupança.

Entende agora como pequenas mudanças nos hábitos de consumo vão lhe proporcionar um
futuro financeiramente melhor? Faça uma análise do seu orçamento.

É tudo ou nada galera, e tratando de dinheiro eu prefiro o "TUDO"

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Créditos: Sandra Blanco é consultora financeira e trabalhou na Merrill Lynch, nos EUA. Fundadora do primeiro clube de investimento feminino brasileiro, Sandra assina a coluna do portal que tem foco na educação financeira para mulheres.

Estamos afundando a passos largos


Ontem o Senado Federal aprovou a entrada da Venezuela, ou melhor dizendo, do Hugo Chávez no Mercosul.

Essa situação é muito séria, vamos combinar que o Mercosul já é uma DROGA! Enfim, como é hoje que até então só atrapalhou as negociações comerciais do Brasil com o Mundo ou serviu de palco para o pós-peronismo Argentino.

Agora estamos no pior dos cenários, nosso Governo se intitula "de esquerda", que é um manto muito bonito para vestir lulo-sindicalismo uniu-se a mais reacionária "direita", enquistada no PMDB, para realizar sonhos de alguns comunistas do executivo, ou seja: A direita que comando o atraso, legitima um pré-ditador fachista que finge ser de esquerda. É de mais né?

Esse Senado que foi xingado pelo Chávez, como sendo um bando de papagaios dos americanos, aprovou a Venezuela e assim vai arrasar de vez com o Mercosul, Chávez é vitorioso!

Só resta uma remota esperança de que o plenário do Senado não aprove este "erro gravíssimo".

Chávez vai usar o Mercosul para "Iranizar", "Tabibãnizar", escrachar a América Latina, e o alvo principal do Chávez será quem? Adivinhem!


"É nós", somo nós, o Brasil.

Porque ver o Romero Jucá na televisão, e seu partido PMDB defendendo o Hugo Chávez para obedecer os internacionalistas do Governo Lula, não merece comentário.

Como dizia Nelson Rodrigues: "Só nos resta mesmo sentar no meio-fio e chorar lágrimas de esguicho"


Eu no Twitter( @IcaroQ)


Fonte: Com base em relatos do Arnaldo Jabor

Hipócrita? Eu?


Somos todos hipócritas!

Não me hesito em começar fazendo uma afirmação tão forte. Todos nós, sem exceção, cultivamos dentro de nós um lado tortuoso que faz parte da nossa composição, porém mais aflorado em uns e adormecido em outros. Atire a primeira pedra quem nunca deu aquela risadinha quando presenciou alguém escorregando e caindo ao chão, ou aquele que nunca perdeu seu tempo falando da vida alheia, a qual não lhe convinha.

A palavra hipocrisia vem do latim hypocrisis e do grego hupokrisis, e ambas possuem o mesmo significado: ATOR! Então a pessoa hipócrita é aquela que finge ser aquilo que não é, insinua ter aquilo que não tem, finge crer naquilo que não crê.

Para falarmos de hipocrisia, nada melhor que analisando o cotidiano. Temos a famosa figura da mãe ou do pai que adora cuidar da vida dos filhos dos outros, e quando percebem, serão avós. Ou então aquela do religioso fervoroso, que vive dentro da igreja, mas que fora é uma contradição cristã. Quem aí se lembra daquele que adora fazer piadas, mas não admite uma sequer consigo próprio? São alguns dos inúmeros exemplos de que todos nós temos os pés de barro.

No trabalho, adotamos falsas aparências visando ganhar confiança para subir de cargo, aumentar salário ou ganhar simpatia. Quando somos questionados sobre o serviço de um colega, sempre damos um jeito de elogiar colocando uma vírgula. Sempre faríamos melhor o que tal ou tal pessoa faz.

Na religião, a hipocrisia aparece quando se doa o dízimo por obrigação, quando se diz sentir a presença de Deus enquanto o que se sente é mera emoção, quando se fecha os olhos para se mostrar espiritualizado, quando se finge ouvir o que o líder diz enquanto observa e comenta sobre o cabelo de alguém logo à frente. Quando se defende a ferro e fogo aquilo que a instituição prega enquanto suas atitudes se desviam por um caminho completamente diferente.

Com nosso próprio íntimo, somos hipócritas quando compramos um celular caríssimo e dividimos em 10x para fingir ao mundo que temos dinheiro. Quando dizemos amar alguém enquanto o que sentimos é afeição. Quando sabemos que uma ou outra atitude não é de nossa essência, mas fazemos mesmo assim para atingir algum interesse.

O pensador inglês Thomas Robbes, escreveu em seu livro Leviatã, que o homem é o lobo do próprio homem ("Homo homini lupus"). Isso quer dizer que travamos uma luta contra nós mesmos, nos devorando diariamente. Sentamos sobre nossos defeitos para apontar os defeitos dos outros. O velho ditado é certo quando diz que quando apontamos um dedo para alguém, três são apontados para nós mesmos. Todos somos suscetíveis ao erro, à inquisição. O bom senso é bom na hora de cuidar daquilo que não nos cabe. Reforçando a minha afirmação, todos nós somos hipócritas, mas isso não quer dizer que a hipocrisia seja normal nas nossas relações.


Créditos: Camilla Rabelo, autora do blog Devaneios, sonhos e loucuras e colunista do Paracatu, onde fora feito o post deste texto, veja o original.

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Indecisão reflete o temor da oposição ao efeito Lula


O Governador de SP, José Serra está se recusando terminantemente a assumir a candidatura presidencial para 2010, e já levou uma chamada, um ultimato, ou o nome que se queira dar, do Governador de MG Aécio Neves.

A alegação de Serra é: "que a ministra Dilma não se lançou candidata ainda, que o deputado Ciro Gomes também não se lançou candidato, então porque que ele vai se lançar?"

Mas a verdade é que eles já são candidatos, a ministra Dilma já é candidata, ela só não será candidata se sobrevier uma hecatombe, mas hoje ela é a candidata do Governo, falta apenas o lançamento oficial, porque ainda não é hora disso.

Ah! O deputado Ciro Gomes é candidato, ele prefere ser candidato a Presidência da República.

Agora o Governador José Serra não diz se é candidato ou não e se vai lançar mais tarde, então está passando não só para a oposição como para o Governo a idéia de que Serra está temeroso, de que ele não sabe bem, que ele está esperando mais garantias, de que se a ministra Dilma se consolidar realmente até Março/2010 ele aí recua e vai disputar a reeleição em São Paulo.

Então isso passa uma idéia ruim, não só para os seus possíveis aliados, mas os seus adversários adoram, porque passa uma idéia de hesitação, passa uma idéia de que o Governador tem medo de disputar, que só quer ir como uma eleição ganha, isso tudo atrapalha muito a situação da oposição, é diferente a situação do campo do Governo, quer dizer: Não dá para o Governador comparar, a situação do campo do Governo está definida, falta apenas o anuncio formal. No caso da oposição a situação não está definida.

Aécio declara que se o partido não lançar candidatura até Dezembro, ele sai pro Senado, por quê? Porque ele tem uma eleição garantida pro Senado.

Qual é o temor da tropa Aécista?
É quando chegar em Março/2010 se o Governador José Serra não sentir firmeza para se candidatar, ele recua pra se candidatar para se candidatar a Governador de São Paulo e Aécio é escolhido a candidato a Presidência da República pra perder, e isso ele não quer.

Então a situação da oposição é bem diferente da situação do campo governista.

O campo governista está definido, falta o anuncio. O campo da oposição, em cima do muro, estão sendo levados pela correnteza, indefinição!

Toda esta indecisão nada mais é do que o temor da oposição ao efeito Lula, o apoio do presidente mais popular e aceito de todos os tempos no Brasil, reflete na oposição (partidos da direita) um medo nunca experimentado antes.

É.. viva a democracia!


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Fonte: Com base em relatos do Lucia Hippolito