sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

As cinco leis do dinheiro


Dinheiro e emoção 

Por Glória Maria Pereira, consultora de riqueza da Sinergia Consultoria.

Para aprender a usufruir dos ganhos e, conseqüentemente atingir o equilíbrio em um ambiente de abundância, uma boa dica é conhecer e aplicar no dia-a-dia cinco leis que, de acordo com Glória, regulam as práticas que envolvem finanças.

A primeira lei é fundamental para todos: ganhar dinheiro. Neste caso, ganhar significa aprender a multiplicar o dinheiro qualquer que seja a quantia. “Quando não se multiplica, o dinheiro é automaticamente dividido”, afirma.

Já a segunda lei diz que dinheiro foi feito para gastar, mas não todo. “A maioria das pessoas tem problemas financeiros por não saber gastar. Hoje em dia, temos uma oferta de produtos e crédito como nunca tivemos antes. É preciso estar preparado para este mundo de facilidades. Comprar olhando apenas o valor da prestação sem colocar isso dentro de um orçamento de ganhos e gastos pode significar prejuízo”, explica.

A terceira lei é a da circulação por lucro. Com a Internet, o dinheiro e o cartão de crédito não são mais físicos. Um clique pode ser senha de acesso para todo tipo de compra em qualquer lugar do mundo. “O dinheiro perdeu matéria para transitar na Internet. Essa circulação é de uma velocidade absurda e, muitas vezes, não é lucrativa. A maioria das pessoas compra sem prestar atenção se vão lucrar ou não. Quem não sabe comprar com as novas tecnologias vai ter problemas financeiros”, afirma.

A quarta lei do dinheiro diz que é preciso poupar para realizar. Diante da circulação financeira em alta velocidade, cada um de nós precisa organizar parte dos ganhos para usufruir no futuro. Neste caso, o futuro significa a realização dos sonhos de consumo de forma planejada, seja uma viagem, a troca do carro, a compra de um presente ou de um imóvel. “Para realizar um sonho de consumo é preciso se organizar. No entanto, poupar para realizar um sonho é bem diferente de poupar o que sobra no final do mês. A sobra não tem conotação de sonho. Quem tem um sonho se organiza para realizá-lo e isso é importantíssimo para o equilíbrio”, incentiva Glória.

A quinta e última lei é a do investir para aprender a lidar com o risco. “Somos seres dinâmicos e por isso não existe equilíbrio constante. O mundo está em movimento e a busca do equilíbrio é um grande jogo entre o que fizemos no passado, o estilo de vida que temos hoje e o que queremos ter amanhã. O desequilíbrio é um risco com o qual temos que lidar. Coisas boas e ruins acontecem com todos e é preciso que tenhamos senso de oportunidade para inverter as situações”, explica.



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