terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Dinheiro e emoção


Os segredos para uma vida financeira equilibrada

Embora não seja uma tarefa fácil, conseguir e manter o equilíbrio financeiro está ao alcance de qualquer pessoa. Para isso, é preciso, antes de tudo, estar consciente da maneira com que lidamos com o dinheiro, sem esquecer que o aspecto financeiro está diretamente ligado ao emocional. De acordo com Glória Maria Pereira, consultora de riqueza da Sinergia Consultoria, poucas pessoas relacionam dinheiro à emoção, não se dando conta do que é viver em equilíbrio ou da importância de buscar uma vida financeira equilibrada. Autora do livro “A energia do Dinheiro”, Glória fala sobre como o estilo de vida e a personalidade influenciam na forma de lidar com as finanças e dá dicas de como atingir o equilíbrio a partir das cinco leis do dinheiro.


Lidando com o dinheiro

Por incrível que pareça, nem todo mundo busca o equilíbrio financeiro. Como as pessoas têm estilos de vida e personalidades diferentes, o equilíbrio nem sempre é prioridade ou mesmo um objetivo. Partindo deste princípio, Glória traçou cinco perfis de pessoas, tendo como base a forma como lidam com o dinheiro. Os entesouradores, por exemplo, são aqueles que só se preocupam em acumular. Para eles, é fundamental manter grandes quantias guardadas. Existe também o inverso desta primeira categoria: o gastador. Trata-se do indivíduo que gasta sem parar e, muitas vezes, gasta além do que pode ou tem. Um terceiro perfil seria o desligado, ou seja, aquele que não dá a menor importância para o dinheiro, normalmente porque depende de uma outra pessoa – esposa, marido, pai ou mãe – para pagar as contas e cuidar do orçamento. O oposto do desligado é o escravo, aquele indivíduo que vive em função de cifras. O escravo é movido a dinheiro e todas as suas atitudes tem como meta lucro ou rentabilidade. A última categoria inclui os que tem raiva do dinheiro. Neste caso, existem o que têm pouco dinheiro e alimentam raiva dos que têm muito e os herdeiros de grandes fortunas que ainda não podem usufruir da herança da maneira como gostariam, e acabam tendo raiva do dinheiro que possuem. “O equilíbrio financeiro está diretamente ligado a fatores emocionais e a maioria das pessoas não busca esta condição por não se dar conta disso. Elas não pensam que poderiam ter uma vida financeira equilibrada porque se habituaram a um determinado estilo de vida ou têm dificuldades para lidar com aspectos emocionais, o que atrapalha a busca e consciência deste equilíbrio. Essas pessoas, na maior parte das vezes, nem questionam se vivem ou não de forma equilibrada”, explica Glória Maria.

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